Baía Cultural

O primeiro contato entre Portugal e o Rio de Janeiro aconteceu em janeiro de 1502, quando Gonçalo Coelho, navegante português, aqui desembarcou. Julgando ter aportado na foz de um largo rio nomeou o local de Rio de Janeiro, já que o mês era janeiro. Aqui ficaram durante dois ou três anos e o local voltou a ficar abandonado até 1519, quando Fernão de Magalhães, de passagem, deu-lhe o nome de Baía de Santa Luzia.O Rio de Janeiro ficaria desprotegido até 1555, sendo alvo de uma invasão francesa.

Os franceses, chefiados por Villegaignon, fundaram aqui a França Antártica levantando na ilha de Seregipe, hoje Villegaignon, o Forte Coligny. Em 1560, foram expulsos pelos portugueses. Tentando uma nova investida, os franceses ocuparam a margem ocidental da baía. Com o objetivo de expulsa-los definitivamente, foi organizada uma expedição chefiada por Estácio de Sá que desembarcou no Rio de Janeiro no começo do ano de 1565, fundando a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, nome dado em homenagem ao então rei de Portugal D. Sebastião.

Rebocador Laurindo Pitta: É o navio onde se realiza o passeio. A bordo dele pode-se visitar a exposição "A Marinha do Brasil na Primeira Guerra Mundial", que traz fotografias e reportagens baseadas em jornais da época. Expõe também embarcações da Divisão Naval em Operações de Guerra e peças da coleção do Almirante Frontin.

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